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14 de junho de 2011

Resposta a tweets do Pastor Silas Malafaia

Resposta a tweets do Pastor Silas Malafaia

Autor: Alex Rodrigues

Fonte: No Lado Escuro da Lua

Não me contive.

Apesar de achar relativamente improdutivo dialogar em qualquer nível com uma pessoa como o Pastor Silas Malafaia (seria como “jogar xadrez com um pombo”), resolvi fazer um pequeno post devido à divulgação de alguns tweets dele hoje, 03/05/2011.

Vejamos o que o pastor teve a dizer sobre o PLC 122/2006:

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Silas Malafaia
PastorMalafaia Silas Malafaia
Minha gente, querem atingir a família, as questões religiosas e a liberdade de expressão.
Silas Malafaia
PastorMalafaia Silas Malafaia
Acesse www.senador.org.br e envie um e-mail para os senadores do seu estado, escrevendo:
Silas Malafaia
PastorMalafaia Silas Malafaia
Escreva: “Sr. Senador, rejeite a PL122/2006. Em favor da família e da liberdade de expressão, e contra a pedofilia.”
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Bom, parece que o Sr. Silas Malafaia pretende com essas esdrúxulas opiniões “tocar o terror”. Fica claro que a intenção dele é relacionar o PLC 122/2006 a alguma forma de “destruição da família”, cerceamento da liberdade religiosa e de expressão, e o pior, relaciona implicitamente (ou não tão implícito assim) a homossexualidade à pedofilia.
Sinceramente, eu não faço a menor questão de respeitar essas ideias patéticas desse senhor.
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Sejamos justos. Pode ser que o Pastor Malafaia não conheça o texto do PLC 122/2006, que atualmente tramita no Congresso. Sim, porque uma das minhas hipóteses para tanta ignorância é a falta de conhecimento do que se fala. Se for o caso, trago o texto do PLC 122/2006:
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Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, para punir a discriminação ou preconceito de origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero, e dá outras providências.

Art. 1º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 2º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
“Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público.
Pena: reclusão de um a três anos.
Parágrafo único: Incide nas mesmas penas aquele que impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público de pessoas com as características previstas no art. 1º desta Lei, sendo estas expressões e manifestações permitida às demais pessoas.” (NR)
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Pena: reclusão de um a três anos e multa.” (NR)
Art. 3º O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
…………………………………………………………………………” (NR)
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

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Mas há outro problema. Se o Pastor Malafaia já conhecia o texto do PLC 122/2006, então para proferir as absurdas teses que ele espalha por aí, vem à minha cabeça uma segunda hipótese: falta de capacidade de compreensão e interpretação de textos. Dessa forma, tentarei ajudá-lo com uns dois centavos de contribuição.

O PLC 122/2006 basicamente acrescenta os termos “condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” à Lei nº 7.716/1989 e ao art. 140 do Código Penal. Ou seja, apenas acrescenta no rol de discriminações e preconceitos inaceitáveis aqueles dirigidos a essas pessoas citadas.

Assim, fica claro pra mim que o que o PLC 122/2006 pretende é expandir para outras situações a recriminação legal à discriminação e ao preconceito de raça, cor, etnia, religião e origem. Simples não?

Portanto, me parece que uma oposição honesta ao PLC 122/2006 deveria englobar também a própria Lei nº 7.716/1989 e o art. 140 do Código Penal. Ou seja, o Pastor Malafaia, para ser coerente, deveria sair por aí declarando que recriminar por via legal preconceitos e discriminações de qualquer espécie afornta a liberdade de expressão, a liberdade religiosa e os valores familiares…

Faz sentido? Não, né?

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Por fim, pode ser que o Pastor Silas Malafaia já conheça o texto do PLC 122/2006 e tenha entendido corretamente do que se trata. Aí, só me resta uma última hipótese: a mais simples e nefasta desonestidade intelectual.

Sim, porque duvido que ele (ou alguém que concorde com as bobagens que ele diz sobre o tema) consiga apontar onde no texto do PLC 122/2006 há qualquer coisa que vá contra “valores familiares”, ou contra a liberdade religiosa e de expressão, ou seja a favor da pedofilia.

Aproveito para parafrasear o Pastor Silas Malafaia e convocar a todos os leitores:

Acesse www.senado.gov.br e envie um e-mail para os senadores do seu estado, escrevendo:

“Sr. Senador, aprove o PLC 122/2006. Em favor da dignidade humana e contra os preconceitos e as discriminações.”

(fonte:http://bulevoador.haaan.com/2011/05/22332 )

11 de junho de 2011

Os segredos de Super 8

Filme de J.J. Abrams será lançado nessa sexta-feira (10/06) nos EUA; chegará somente em 12 de agosto ao Brasil

por Redação Galileu
fonte:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI240547-17770,00-OS+SEGREDOS+DE+SUPER.htmL

Muito mistério ronda Super 8, mais novo filme roteirizado e dirigido por J.J. Abrams, o nome por trás dos seriados de ficção científica Lost e Fringe e de Star Trek (2009). Parte dos segredos do longa são mantidos pela opção do diretor em não revelar muitos detalhes nos trailers. Ele chegou a mencionar conflitos com a publicidade da indústria cinematográfica Hollywoodiana. A Paramount preferia revelar mais informações a respeito do filme para lotar as salas de cinema durante a estreia, enquanto Abrams foi partidário de manter o clima de mistério até o fim, usando uma técnica de divulgação mais viral – o pai de Lost venceu.

A história se passa em 1979, um grupo de crianças do interior dos Estados Unidos, resolve gravar um filme, quando presencia o que aparentemente teria sido um acidente de trem. Do vagão, sai algo misterioso. Uma sucessão de acontecimentos sugere que há algo maior por trás do ocorrido. Galileu selecionou alguns dos assuntos mais quentes de Super 8 para comentar. Mas cuidado, se você quer manter o clima de mistério do filme, melhor parar por aqui.

Não é mais um filme “retrô”
Super 8 se passa em 1979, mas não pense que ele se parece exatamente como um filme dessa época. Abrams deixou de lado as tramas futuristas para falar do próprio passado. O diretor, filho do roteirista de TV Gerald Abrams, cresceu em Los Angeles, berço da indústria cinematográfica, brincando com uma câmera super 8. Abrams disse àrevista Time que não queria que Super 8 se parecesse com um filme que foi feito em 1979, mas queria construir uma ponte entre o passado e o presente. Para que as pessoas se lembrassem como eram feitos os filmes naquela época, porque sua vida foi profundamente impactada pela produção cinematográfica daquele período.

Influências
Aos 15 anos, Abrams brincava com o amigo Matt Reeves – que mais tarde dirigiu Cloverfield, O Monstro – de fazer filmes com uma filmadora super 8. Nessa mesma época, teve seu primeiro contato com Steven Spielberg. Os amigos receberam a proposta de restaurar dois filmes super 8 do diretor. E a admiração só aumentou com o tempo. E Spielberg é hoje parceiro de trabalho como produtor executivo do filme Super 8. E são várias as influências do veterano na nova obra: E.T., o extraterrestre (o olhar inocente de crianças frente ao ser de outro mundo); Contatos Imediatos de Terceiro Grau (civis em meio a segredos militares); Os Goonies (aventuras de pré adolescentes), só para citar alguns. Ao retratar o olhar inocente de crianças com ambições de cineastas, Abrams fala também um pouco de sua formação.

Publicidade
Abrams se recusou a entregar o filme logo de cara, como costumam fazer os grandes estúdios de Hollywood. No entanto, usou uma estratégia de marketing viral mais ousada. Lançou um aplicativo de iPhone, onde é possível gravar vídeos com efeitos que imitam uma câmera super 8. Há também uma história em quadrinhos (para baixar clique aqui) e promoções. Também divulgou trailers nos quais apenas sugere o que pode acontecer no filme.


O que há na caixa?
Abrams adora mistérios. Tanto que ele tem uma caixa mágica comprada na infância que nunca foi aberta. A sensação de não saber o que há dentro da caixa pode ser vista em várias obras do diretor, Lost é o maior exemplo. Em Super 8, Abrams também tem uma “caixa secreta”, ela é representada pelo vagão do trem. Logo no início do longa, as crianças estão gravando uma cena de seu filme à noite, quando um carro invade os trilhos do trem e se choca com a composição. Algo muito estranho sai do vagão – as crianças percebem e o espectador tem apenas sugestões no trailer. Mas nada é dado logo de cara. Depois da colisão, as crianças descobrem que seu professor de biologia era o motorista do carro. O homem, muito ferido, alerta para que elas esqueçam o que presenciaram naquela noite, caso contrário até seus pais correriam risco. Eles fogem da cena, mas levam consigo o filme e um objeto misterioso.


Olhar inocente
Os personagens principais do filme têm de 12 a 14 anos, fase que o diretor considera que contém o último vestígio do inocência da infância. Esse olhar puro de criança que enfrenta aventuras perigosas também está presente em Os Goonies e E.T. É um filme que mostra, além do grande segredo de Estado, a descoberta, formação e a força da amizade entre os adolescentes. Os personagens de Joe (Joel Courtney), um garoto de 12 anos, e Alice (Elle Fanning), uma menina de 14 anos, são crianças solitárias, com problemas com os pais, que quando se encontram, descobrem uma relação que pode fazer bem para ambos.

Temas
Antes de iniciar Super 8, Abrams tinha duas ideias: fazer um filme com crianças fazendo filmes, retratando parte de sua experiência de adolescência e fazer outro longa de suspense onde o Governo dos Estados Unidos, com a ampla divulgação sobre a área 51, decide transferir as alienígenas para outro local. Mas nenhum dos motes parecia conquistar os estúdios, até que ele teve a brilhante ideia de unir os temas em um só.

Para quem ficou curioso, o filme é lançado hoje (10/06) nos Estados Unidos só chega em 12 de agosto às salas de cinema brasileiras.

3 de junho de 2011

De topless, Jennifer Aniston posa para campanha de água mineral


Depois de aparecer linda - e sexy! - no ensaio fotográfico de uma campanha de água mineral, Jennifer Aniston aparece de topless em fotos inéditas do mesmo anúncio.


Fonte: g1

Wanessa é líder na lista dos mais tocados do mundo LGBT


A nova música de trabalho de Wanessa, Stuck On Repeat, ficou em primeiro lugar no Hot G Music, do site Omega Hitz – lista que mostra os artistas mais influentes do cenário LGBT –, ficando à frente de nomes como Katy Perry, Rihanna, Britney Spears, entre outros.

O hit, que recebeu elogio do New York Post, sendo classificado como “a canção mais dançante dos últimos tempos”, está na lista há 17 semanas e subia de posições gradativamente, até chegar ao topo, por meio do voto popular.

Stuck On Repeat foi lançada em 14 de maio e já ganhou remixes dos top DJs Mister Jam e Dave Audé.





Fonte: portal meio norte

1 de junho de 2011

Rihanna é estuprada e mata agressor em novo clipe; assista!


Rihanna estreou seu novo clipe na noite desta terça-feira, dia 31, prometendo criar muita polêmica. No vídeo, a cantora é estuprada e se vinga matando o agressor com um tiro na nuca.

O clipe para a música "Man Down" foi filmado na Jamaica. Ele começa com a cantora atirando contra um homem e, em "flashback", revela que o mesmo homem a violentou na noite anterior.

O clipe foi dirigido por Anthony Mandler, que já trabalhou com Rihanna em diversos vídeos como "Russian Roulette" e "Only Girl (In the World)". "Ela me deixou ir até o limite. Então vocês podem esperar algo dramático e chocante e intenso e emotivo", disse Mandler em entrevista à MTV


Fonte : portal meio note

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